Saímos um pouco hoje pela manhã para aliviar a saudade, já que em dia assim, feriado, com a cidade vazia e poucos carros nas ruas, as emoções parecem mais frágeis.
O bairro em que moramos fica ao lado de um lindo bairro chamado Prado. É uma linda zona com casas grandes, calçadas largas e muitas árvores. Enquanto caminhávamos e admirávamos a beleza do lugar, incluindo as intervenções dos arquitetos, engenheiros e pedreiros, que com sua arte deixaram obras extraordinárias como legado, senti vontade de morar ali, pois é bem mais perto da escola onde Maria Eduarda vai estudar, e no inverno isso realmente faz diferença.
Passamos por uma instituição de ensino que exibia um grande outdoor fazendo uma propaganda que dizia: Um colégio que faz escola. Rita comentou que Maria Eduarda poderia estudar ali. Eu contestei dizendo que quando se muda de país se tem duas opções principais. A primeira é para quem tem dinheiro e aluga o que quer, onde quer, escolhendo aquilo que mais o agrada, porque pode pagar. A segunda, que é o nosso caso, escolhe baseado em informações e possibilidades que se apresentam na ocasião da chegada. Nesse momento, Maria Eduarda que acompanhava nossa conversa calada, deferiu um comentário: Não tem Deus nisso não gente!
Logo de manhã uma “palmada” dessas, ministrada pelo Espírito Santo deixa a gente desconcertado.
Depois ela continuou falando outra coisa como se nada tivesse acontecido.
Aquela palavra está até agora reverberando em meu coração, pelo menos por três motivos.
O primeiro tem a ver com a misericórdia de Deus em intervir imediatamente para corrigir um pensamento meu tão focado em mim, esquecendo que a sua Graça me basta! Quantas vezes explicamos a nossa vida pelas causas humanas, sem perceber a mão do Pai sustentando e provisionando todas as coisas? Quantas vezes demitimos o Altíssimo como protagonista da nossa vida, tornando-o apenas um coadjuvante em nosso pensamento e ações?
O segundo motivo fala do propósito do Eterno em escolher lugares, pessoas e todas as demais coisas que nos são acrescentadas. Às vezes criamos uma imagem para o Senhor Deus que não traduz a sua pessoa. Erramos em admitir em nossas mentes e corações, mesmo sem perceber, que o Pai é um ser reativo, ficando sentado no trono, para tomar decisões a partir das nossas, ou seja, em reação às nossas. Deus é o construtor da história e esse fato nos inclui. Ele desenhou, calculou, construiu e sustenta até agora todas as coisas pela Palavra do seu Poder. É Ele quem dá as ordens, tendo um propósito em cada milímetro da nossa existência.
O terceiro motivo tem a ver diretamente com a Duda. Quantas vezes somos usados por Deus sem perceber. Uma palavra, um gesto, um sorriso, uma atenção a alguém. Uma das tentações humanas é o reconhecimento. Isso também se desenvolve diante daquilo que fazemos para Deus.
Gostamos que os outros notem aquilo que é para o Altíssimo notar. Gostamos de aplausos por aquilo que só o céu deveria reverenciar, sobretudo, por que é o Senhor que está agindo em nós e por nós.
Minha filha foi usada por Deus para mim e nem se deu conta.
Ah! Estava me esquecendo. Ela é só uma criança. Será que isso explica?
O bairro em que moramos fica ao lado de um lindo bairro chamado Prado. É uma linda zona com casas grandes, calçadas largas e muitas árvores. Enquanto caminhávamos e admirávamos a beleza do lugar, incluindo as intervenções dos arquitetos, engenheiros e pedreiros, que com sua arte deixaram obras extraordinárias como legado, senti vontade de morar ali, pois é bem mais perto da escola onde Maria Eduarda vai estudar, e no inverno isso realmente faz diferença.
Passamos por uma instituição de ensino que exibia um grande outdoor fazendo uma propaganda que dizia: Um colégio que faz escola. Rita comentou que Maria Eduarda poderia estudar ali. Eu contestei dizendo que quando se muda de país se tem duas opções principais. A primeira é para quem tem dinheiro e aluga o que quer, onde quer, escolhendo aquilo que mais o agrada, porque pode pagar. A segunda, que é o nosso caso, escolhe baseado em informações e possibilidades que se apresentam na ocasião da chegada. Nesse momento, Maria Eduarda que acompanhava nossa conversa calada, deferiu um comentário: Não tem Deus nisso não gente!
Logo de manhã uma “palmada” dessas, ministrada pelo Espírito Santo deixa a gente desconcertado.
Depois ela continuou falando outra coisa como se nada tivesse acontecido.
Aquela palavra está até agora reverberando em meu coração, pelo menos por três motivos.
O primeiro tem a ver com a misericórdia de Deus em intervir imediatamente para corrigir um pensamento meu tão focado em mim, esquecendo que a sua Graça me basta! Quantas vezes explicamos a nossa vida pelas causas humanas, sem perceber a mão do Pai sustentando e provisionando todas as coisas? Quantas vezes demitimos o Altíssimo como protagonista da nossa vida, tornando-o apenas um coadjuvante em nosso pensamento e ações?
O segundo motivo fala do propósito do Eterno em escolher lugares, pessoas e todas as demais coisas que nos são acrescentadas. Às vezes criamos uma imagem para o Senhor Deus que não traduz a sua pessoa. Erramos em admitir em nossas mentes e corações, mesmo sem perceber, que o Pai é um ser reativo, ficando sentado no trono, para tomar decisões a partir das nossas, ou seja, em reação às nossas. Deus é o construtor da história e esse fato nos inclui. Ele desenhou, calculou, construiu e sustenta até agora todas as coisas pela Palavra do seu Poder. É Ele quem dá as ordens, tendo um propósito em cada milímetro da nossa existência.
O terceiro motivo tem a ver diretamente com a Duda. Quantas vezes somos usados por Deus sem perceber. Uma palavra, um gesto, um sorriso, uma atenção a alguém. Uma das tentações humanas é o reconhecimento. Isso também se desenvolve diante daquilo que fazemos para Deus.
Gostamos que os outros notem aquilo que é para o Altíssimo notar. Gostamos de aplausos por aquilo que só o céu deveria reverenciar, sobretudo, por que é o Senhor que está agindo em nós e por nós.
Minha filha foi usada por Deus para mim e nem se deu conta.
Ah! Estava me esquecendo. Ela é só uma criança. Será que isso explica?


